quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Contabilidade e Meio Ambiente

Interessados no tema, compartilho:

http://reficontunimep.com.br/ojs/index.php/Reficont/article/view/57

Custeio do Ciclo de Vida Adicionado na mensuração do custo de um ativo biológico

Luzilea Brito de Oliveira, Juliano Santos Silva, Cleissson Silva Rios, José Wildes Barbosa dos Santos, José Adolfo de Almeida Neto

Resumo


O objetivo deste estudo é apresentar à aplicação do Custeio do Ciclo de Vida Adicionado (CCV Add) na mensuração de um ativo biológico, comparando-o com um método de custeio tradicional, o Custeio por Absorção. Os referidos métodos de custeio foram aplicados em um estudo de caso com vistas a apurar o valor do ativo biológico, óleo de pinhão manso. A fronteira do sistema compreendeu desde a implantação do viveiro de mudas da planta à extração do óleo bruto para produção de biodiesel. Utilizou-se do conceito da avaliação do ciclo de vida (ACV) para inventário das emissões de gases do efeito estufa (GEE), com uso do banco de dados Ecoinvent 2.2 para inventário do que se considerou como internalização da externalidade ambiental. Concluiu-se que o método CCV Add preenche a lacuna decorrente da impossibilidade da utilização do valor justo, devido à inexistência de um mercado idêntico ou similar para o produto estudado. Adicionalmente, o método CCV Add apresentou o diferencial de apropriação de alguns gastos não considerados pelos métodos tradicionais de custeio, o que implica na redução dos riscos de subestimar o custo de produtos e contribui para uma melhor tomada de decisão

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

COMPRAS PÚBLICAS SUSTENTÁVEIS E AVALIAÇÃO DO CICLO DE VIDA DO PRODUTO trabalho apresentado no  II Congresso Internacional de Controle e Políticas Públicas, promovido pelo Instituto Rui Barbosa (IRB), com a colaboração do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP), objetiva a melhoria da administração pública, mediante apresentação de estudos acerca da qualidade das políticas públicas praticadas, bem como a multiplicação e intercâmbio de conhecimentos.

https://libano.tce.mg.gov.br/eeventos/iicongressointernacional

Essa pesquisa tem como objetivo verificar se nos editais de licitação dos municípios do Estado da Bahia, para aquisição de equipamentos de informática e medicamentos, foram exigidas comprovações sobre a sustentabilidade ambiental do produto. Também objetiva fomentar um comportamento de responsabilidade socioambiental com pensamento no ciclo de vida. Justifica-se dada a relevância dos aspectos ambientais nas avaliações de sustentabilidade e pela existência do Decreto 7746/2012 que determina o estabelecimento de critérios, práticas e diretrizes gerais para promoção do desenvolvimento nacional sustentável por meio das contratações realizadas pela administração pública e institui a Comissão Interministerial de Sustentabilidade na Administração Pública. Os resultados mostraram que não foram encontradas cláusulas que exijam da empresa a ser contratada algum tipo de responsabilidade ambiental, muito embora o município de Vitória da Conquista, na licitação PP 046-2016, tenha exigido Certificado de Boas Práticas de Insumos assim como o município de Teixeira de Freitas, na licitação PP 075-2015 exigiu Certificado de Boas Práticas de Fabricação. Também não foram localizadas exigências de estudos que preveem a avaliação do ciclo de vida do produto. Tendo em vista a análise dos resultados sugere-se ações de educação e conscientização ambiental voltados para aquisição e consumo conscientes, gerando assim novos padrões de compra e consumo no setor público municipal no Estado da Bahia.

Caso tenha interesse no artigo completo entre em contato através do endereço eletrônico luzileaboliveira@gmail.com


segunda-feira, 24 de agosto de 2015

INTERNALIZAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS NOS CUSTOS DE PRODUÇÃO

Para se discutir sustentabilidade, fatores ambientais, econômicos e sociais devem ser incluídos e analisados de forma integrada, possibilitando, só desta forma, a tomada de decisão com vistas ao desenvolvimento sustentável. Assim sendo, este artigo teve como objetivo comparar o custo unitário do quilo de óleo de pinhão manso, para produção de biodiesel, aplicando o método de Custeio por Absorção, Custeio Variável e Custeio do Ciclo de Vida Ambiental. Para tanto, como procedimento de investigação, foi efetuada uma revisão bibliográfica de métodos de custeio, contabilidade rural e ciclo de vida e posterior aplicação dos métodos em um estudo de caso. Os resultados demonstraram que, entre os sistemas de custeio analisados, o Custeio Variável apresentou o menor custo unitário, já os métodos de Custeio por Absorção e Custeio de Ciclo de Vida Ambiental apresentaram resultados semelhantes. Contudo, em face da internalização de uma externalidade ambiental negativa houve um aumento no custo unitário. Muito embora ainda não seja obrigatório, no Brasil, tal procedimento, os custos ambientais não devem ser desconsiderados no processo produtivo, os mesmos devem ser previstos com vistas à tomada de decisão sustentável e nisto reside à contribuição científica desta pesquisa, uma vez que os métodos de custeio tradicionais não trabalham com a perspectiva de ciclo de vida, sendo, este método de custos, uma aproximação mais adequada considerando uma gestão estratégica para mercados cada vez mais globalizados e competitivos, exigindo produtos/serviços econômico, social e ambientalmente sustentáveis.INTERNALIZAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS NOS ... 

www.csearsouthamerica.net/events/index.php/csear/csear2013/.../67
INTERNALIZAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS NOS CUSTOS DE. PRODUÇÃO.LUZILEA BRITO DE OLIVEIRA. Universidade Estadual de Santa Cruz.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Plataforma da USP ensina a escrever artigo científico

Plataforma da USP ensina a escrever artigo científico

Site com videoaulas gratuitas busca fomentar a elaboração de papers científicos de alto impacto e com maior relevância
Para melhorar o nível de qualidade na elaboração de artigos científicos por pesquisadores brasileiros, a  Universidade de São Paulo – líder em produção científica no país -, lançou o curso de Escrita Científica: produção de artigos de alto impacto. Formatado para a web e oferecido gratuitamente, o curso tem como objetivo auxiliar pesquisadores e estudantes de pós-graduação na elaboração de artigos de maior relevância acadêmica.
http://porvir.org/porfazer/usp-lanca-curso-online-sobre-producao-de-artigo-cientifico/20130806

terça-feira, 5 de maio de 2015

Livro auxilia pesquisadores a escrever artigos científicos em inglês

Diego Freire | Agência FAPESP – Com o objetivo de auxiliar a comunidade acadêmica nacional a escrever artigos científicos em inglês com correção gramatical e coesão, oito pesquisadores brasileiros e estrangeiros lançaram o livro Writing Scientific Papers in English Successfully: Your Complete Roadmap.
De acordo com Osvaldo Novais de Oliveira Júnior, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC), coautor do livro, a publicação é resultado de duas décadas de pesquisa e ensino sobre escrita científica em inglês
“Meu trabalho com escrita científica em inglês começou com a necessidade de produzir relatórios científicos no doutorado, que realizei no País de Gales com bolsa da FAPESP. Percebi então que, mesmo dominando o idioma, a correção gramatical não era suficiente para garantir a qualidade do texto em inglês e a eficiência da comunicação – era preciso escrever de maneira adequada ao contexto da língua”, disse à Agência FAPESP.
Oliveira passou, então, a reunir modelos de escrita em papers produzidos por pesquisadores locais e utilizá-los como um corpus linguístico, conjunto de textos em uma determinada língua que serve como base de análise e modelo para novas escritas.
“As estratégias de aprendizado da escrita científica, incluindo do uso da língua inglesa para um texto científico, têm suporte teórico na Linguística de Corpus. Um capítulo específico explica o que é essa área da Linguística, com exemplos que permitem compreensão dos conceitos por leitores leigos, não especializados na área.”
Para o pesquisador, tais conceitos são importantes porque evidenciam a necessidade da leitura e da apreensão do que é lido.
“Você não pode escrever um bom paper sem ler bons papers. Por isso o livro oferece também técnicas de leitura de diferentes tipos de publicações, que vão auxiliar não só na apreensão do modo de escrever, mas também em aprimorar outras habilidades relacionadas a tarefas científicas. Também é importante ter domínio sobre técnicas que permitem fazer anotações que auxiliarão a desenvolver uma coleção de modelos de escrita, o seu próprio corpus.”
O livro é dividido em duas partes: a primeira oferece os fundamentos teóricos da escrita científica e a segunda detalha estratégias, técnicas e ferramentas que facilitam a redação dos trabalhos científicos em inglês.
“É importante identificar sistematicamente padrões textuais que são prevalentes em cada parte de um texto científico. Aprender a usar esses padrões auxiliará a escrever em um estilo já aceito pela comunidade acadêmica de quem escreve.”
São apresentados os fundamentos e modelos teóricos subjacentes ao gênero da escrita científica, além de um manual de uso dos conceitos de Linguística de Corpus para o aprendizado da escrita científica em inglês, com descrições de softwares de auxílio à escrita.
É feita ainda uma reflexão sobre a relação da escrita científica com o método científico. “Relatar adequadamente as descobertas é essencial no método científico. Trata-se de uma indissociabilidade entre método e escrita científicos”, explica Oliveira. Nesse sentido, o livro traz informações detalhadas de como um artigo científico deve ser estruturado, incluindo o que cada seção deve conter.
Além de Osvaldo Novais de Oliveira Júnior, são coeditores do livro Ethel Schuster, da Northern Essex Community College, e Haim Levkowitz, da University of Massachusetts Lowell, ambas em Massachusetts, nos Estados Unidos.
Os trabalhos reunidos são de autoria dos editores e de Sandra Maria Aluísio, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP); Stella Esther Ortweiler Tagnin, do Departamento de Letras Modernas da USP; Valtencir Zucolotto, do IFSC; Valéria Delisandra Feltrim, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no Paraná; e Carmen Dayrell, do Centre for Corpus Approaches to Social Science da Lancaster University, no Reino Unido.
Writing Scientific Papers in English Successfully: Your Complete Roadmap
Autores: Osvaldo Novais de Oliveira Júnior, Ethel Schuster, Haim Levkowitz, Sandra Maria Aluísio, Stella Esther Ortweiler Tagnin, Valtencir Zucolotto, Valéria Delisandra Feltrim e Carmen Dayrell
Lançamento: 2014
Preço: US$ 10,28
Páginas: 192

Mais informações: Amazon
  

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

USP disponibiliza cursos gratuitos sobre meio ambiente e sustentabilidade

O Veduca é um site que reúne cursos on-line provenientes de instituições brasileiras a internacionais. Entre as opções disponíveis estão cursos livres na área ambiental e de sustentabilidade. O CicloVivo separou três sugestões de estudos feitos por uma das universidades mais conceituadas do Brasil, a Universidade de São Paulo (USP). Veja abaixo quais são eles e inscreva-se:
1. Sistemas Terra
O curso é dividido em 26 aulas. Entre os temas trabalhados estão fatores geológicos da evolução, desde as placas tectônicas até o ciclo das rochas. As aulas são ministradas em português por docentes da própria universidade e são direcionadas, principalmente, a quem se interessa por geografia.
Clique aqui para iniciar o curso.
2. Oceanografia
Em 16 horas, este curso trata de assuntos como manguezais, estuários, marismas, sistemas bentônicos, vegetados, recifes de coral e chega até mesmo às profundezas do oceano. São 34 aulas, ministradas pela docente mestre e doutora Ana Maria Vanin. 
Clique aqui para iniciar o curso.
3. Princípios da sustentabilidade e tecnologias portadoras de inovação
O curso traz desde conceitos básicos, como a definição do conceito de pegada ecológica e como calculá-la, até princípios que possibilitam o desenvolvimento da sociedade a partir de tecnologias e sistemas mais limpos. Entre os temas abordados estão o ciclo de vida, energia, transporte e mobilidade e métodos de produção. São 11 aulas divididas entre três especialistas na área de engenharia. 
Clique aqui para iniciar o curso.
Também estão disponíveis na plataforma cursos na área de meio ambiente e sustentabilidade naUniversidade de Yale e na Universidade de Berkeley, duas conceituadas universidades norte-americanas.
Redação CicloVivo
http://ciclovivo.com.br/noticia/usp-disponibiliza-cursos-gratuitos-sobre-meio-ambiente-e-sustentabilidade

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

CSEAR South América

http://www.csear.ufba.br/index.html
CSEAR IV 2015
O objetivo do CSEAR South América é ser um interlocutor do Centre for Social and Environmental Accounting Research na indução de pesquisas no campo da contabilidade para sustentabilidade, promovendo a divulgação de seus resultados, além de contribuir para que os achados de tais investigações sejam aplicados para compreender e solver problemas das organizações e sociedade.
A IV edição do CSEAR South América pretende fomentar as discussões sobre a terminologia deste campo de conhecimento, buscando aprofundar pesquisa sobre reconhecimento, mensuração e accountability, os elementos sociais e ambientais que impactam o resultado econômico das entidades.
O evento deverá contar com a participação de pesquisadores, professores, estudantes e profissionais atuantes na área de contabilidade empresarial do Brasil e América Latina, interessados na discussão da contabilidade para sustentabilidade.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Sobre O que é (e o que não é) sustentabilidade

O conteúdo do EcoDesenvolvimento.org está sob Licença Creative Commons. Para o uso dessas informações é preciso citar a fonte e o link ativo do Portal EcoD. http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2014/artigo-o-que-e-e-o-que-nao-e-sustentabilidade?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook#ixzz3OKQLt7ak

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Por Oded Grajew*
Embora em voga nos mais variados meios, o conceito de “sustentabilidade” ainda é pouco compreendido tanto por quem fala sobre ele quanto por quem ouve. Nos últimos anos intensificou-se a discussão a respeito do aquecimento global e do esgotamento dos recursos naturais. Preocupações legítimas e inquestionáveis, mas que geraram distorção no significado de sustentabilidade, já que esta passou a ser associada tão somente às questões ambientais.
Não é só isso. A sustentabilidade está diretamente associada aos processos que podem manter-se e melhorar ao longo do tempo. A insustentabilidade comanda processos que se esgotam, não se mantêm e tendem a morrer. E isto depende não apenas das questões ambientais. São igualmente fundamentais os aspectos sociais, econômicos, políticos e culturais.
Entretanto, mais do que definir o conceito, sustentabilidade e insustentabilidade se tornam claras quando traduzidas em situações práticas.
Evidências e dados científicos mostram que o atual modelo de desenvolvimento é insustentável, ameaçando inclusive a própria sobrevivência da espécie humana.
Esgotar recursos naturais não é sustentável. Reciclar e evitar desperdícios são sustentáveis. Corrupção é insustentável. Ética é sustentável. Violência é insustentável. Paz é sustentável.
Desigualdade é insustentável. Justiça social é sustentável. Baixos indicadores educacionais são insustentáveis. Educação de qualidade para todos é sustentável.
Ditadura e autoritarismo são insustentáveis. Democracia é sustentável.
Trabalho escravo e desemprego são insustentáveis. Trabalho decente para todos é sustentável.
Poluição é insustentável. Ar e águas limpos são sustentáveis. Encher as cidades de carros é insustentável. Transporte coletivo e de bicicletas é sustentável.
Solidariedade é sustentável. Individualismo é insustentável.
Cidade comandada pela especulação imobiliária é insustentável. Cidade planejada para que cada habitante tenha moradia digna, trabalho, serviços e equipamentos públicos por perto é sustentável.
oded-ecod.jpgSociedade que maltrata crianças, idosos e deficientes não é sustentável. Sociedade que cuida de todos é sustentável.
Evidências e dados científicos mostram que o atual modelo de desenvolvimento é insustentável, ameaçando inclusive a própria sobrevivência da espécie humana.
Provas não faltam:
- Destruímos quase a metade das grandes florestas do planeta, que são os pulmões do mundo;
- Liberamos imensa quantidade de dióxido de carbono e outros gases causadores de efeito estufa, num ciclo de aquecimento global e instabilidades climáticas;
- Temos solapado a fertilidade do solo e sua capacidade de sustentar a vida: 65% da terra cultivada foram perdidos e 15% estão em processo de desertificação;
- Cerca de 50 mil espécies de plantas e animais desaparecem todos os anos, em sua maior parte em decorrência de atividades humanas;
- Produzimos uma sociedade planetária escandalosa e crescentemente desigual: 1.195 bilionários valem, juntos, US$ 4,4 trilhões, ou seja, quase o dobro da renda anual dos 50% mais pobres. O 1% de mais ricos da humanidade recebe o mesmo que os 57% mais pobres;
- Os gastos militares somam US$ 1,464 trilhões por ano (e crescem a cada ano), o equivalente a 66% da renda anual dos 50% mais pobres.
Este cenário pouco animador mostra a necessidade de um modelo de desenvolvimento sustentável. Cabe a nós torná-lo possível e viável.
Oded Grajew é presidente emérito do Instituto Ethos e coordenador-geral da Secretaria Executiva da Rede Nossa São Paulo. Artigo publicado originalmente no jornal Folha de S.Paulo.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O conteúdo do EcoDesenvolvimento.org está sob Licença Creative Commons. Para o uso dessas informações é preciso citar a fonte e o link ativo do Portal EcoD. http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2014/custo-ambiental-deve-ser-calculado-em-todas-as?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook#ixzz3KpvOVNbo Condições de uso do conteúdo Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives Custo ambiental deve ser calculado em todas as obras dos municípios, defende especialista

O conteúdo do EcoDesenvolvimento.org está sob Licença Creative Commons. Para o uso dessas informações é preciso citar a fonte e o link ativo do Portal EcoD. http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2014/custo-ambiental-deve-ser-calculado-em-todas-as?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook#ixzz3Kpvg0sKQ
Condições de uso do conteúdo
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives


O Conselho de Liderança da Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável (SDSN Brasil) reuniu-se na quarta-feira, 1º de dezembro, no Rio de Janeiro, para acelerar o projeto de transformar a cidade em exemplo na relação com a sustentabilidade. O conselho tem como objetivo orientar as atividades da rede, que inclui instituições acadêmicas, públicas e privadas, além de outras organizações da sociedade civil.
A Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável, do inglês Sustainable Development Solutions Network, é uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para agilizar o aprendizado e ações que envolvam o desenvolvimento sustentável. Os conhecimentos reunidos pela ONU darão origem a políticas que devem ser colocadas em prática pelos governos até 2020.
De acordo com o presidente do conselho, o empresário e ambientalista Israel Klabin, para tornar a cidade do Rio de Janeiro uma referência em sustentabilidade é necessário que o custo ambiental seja calculado em todas as obras feitas no município. “A sustentabilidade basicamente implica o chamado tripé, que são as áreas econômica, social e ambiental, de modo que projetos em fase de realização têm de levar em conta essa tridimensionalidade”, salientou.
Klabin observou que as soluções encontradas para a cidade devem servir de exemplo para outros municípios brasileiros.
O ambientalista ressaltou que, além de presidir o conselho, está à frente do grupo temático que discute a cidade como centro que envolve problemas sociais, ambientais e econômicos. Segundo ele, o Rio de Janeiro servirá como "laboratório". Klabin observou que as soluções encontradas para a cidade devem servir de exemplo para outros municípios brasileiros.
Principais dificuldades
Vice-presidente da organização não governamental (ONG) Conservação Internacional Brasil, Rodrigo Medeiros afirmou que o Rio de Janeiro retrata as principais dificuldades de sustentabilidade comuns entre as metrópoles. Segundo ele, o Rio pode utilizar grandes eventos para adotar mudanças dignas de uma liderança ambiental.
“As megacidades, como nós chamamos, cada vez mais são estranguladas pelos problemas de superpopulação. Sabemos que, hoje, boa parte dos olhos do mundo está voltada para o Rio de Janeiro. Sem dúvida, é uma grande oportunidade para a cidade redescobrir formas de lidar com esses problemas”, assinalou.
O conselho é composto por 20 membros, entre eles o economista Sergio Besserman, a conselheira para América Latina e Caribe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Emma Torres e o presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), Marcos Bicudo.
(Via Agência Brasil)
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sábado, 22 de novembro de 2014

ENSINO - Metodologia Científica: Etapas da Metodologia Científica

Vídeo interessante sobre Etapas da Metodologia Científica:
https://www.youtube.com/watch?v=jJ87B0UFy9s

Muito bem exemplificado !!!




Vídeo sobre o BVSalud

Este pequeno vídeo apresenta informações sobre o BVSalud:


https://www.youtube.com/watch?v=Ea6BRWkvjhE

Esperamos que lhe seja útil.

Vídeo sobre o ScienTI

Este pequeno vídeo apresenta informações sobre o ScienTI:

https://www.youtube.com/watch?v=rLNKQIAAopo

Esperamos que lhe seja útil.

Vídeo sobre o Domínio Público

Este pequeno vídeo apresenta informações sobre o Domínio Público:

https://www.youtube.com/watch?v=ZvvNPJc1spg

Esperamos que lhe seja útil.

Vídeo sobre o SciELO

Este pequeno vídeo apresenta informações sobre o SciELO:

https://www.youtube.com/watch?v=xO6ycpSuCL0

Esperamos que lhe seja útil.

Vídeo sobre o Google Acadêmico

Este pequeno vídeo apresenta informações sobre o Google Acadêmico:

https://www.youtube.com/watch?v=aO9CpWqLG40

Esperamos que lhe seja útil.

Vídeo Periódicos CAPES/MEC

Este pequeno vídeo apresenta informações sobre o Portal Periódicos CAPES/MEC:

https://www.youtube.com/watch?v=pNiUOAMhnPU

Esperamos que lhe seja útil.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Projeto de lei quer obrigar grandes eventos a compensar emissões de CO₂

Uma proposta de projeto de lei que visa compensar a emissão de gases de efeito estufa dos grandes eventos realizados na cidade de São Paulo foi entregue na última semana à Frente Parlamentar da Sustentabilidade na Câmara Municipal de São Paulo.
O vereador Ricardo Young, presidente da Frente, recebeu das mãos de Roberto Resende, presidente da Iniciativa Verde, um esboço do projeto para ser analisado e discutido, primeiramente no âmbito da frente parlamentar e, posteriormente, nas comissões da Câmara Municipal, antes de ser encaminhada para votação pelo conjunto de vereadores da cidade de São Paulo.
Também estiveram presentes à entrega da proposta, os diretores da Iniciativa Verde Pedro Barral e Lucas Pereira, além do jornalista e assessor da ONG, Reinaldo Canto.
A progressiva destruição da cobertura florestal da Região Metropolitana de São Paulo e a consequente deterioração das condições climáticas, da qualidade de vida e da dramática perda dos recursos hídricos foram motivações para a elaboração do projeto que, além da Iniciativa Verde, também conta com o apoio das organizações SOS Mata Atlântica, Associação Águas Claras do Rio Pinheiros e Imaflora.
O projeto de lei tomou como base uma Portaria da Prefeitura de São Paulo já existente desde 2007, que traz esta obrigação para os eventos realizados no Ibirapuera e outros parques municipais.
Esta proposta considera os grandes eventos esportivos, culturais, religiosos, festivos e assemelhados que reúnam um número mínimo de 1.000 pessoas, em locais públicos e que já necessitam de autorização conforme regulamento próprio.
Fácil execução
Para o presidente da Iniciativa Verde, Roberto Resende, a ideia central da lei é bastante simples e de fácil execução. "Primeiro obriga que os responsáveis por grandes eventos na cidade de São Paulo façam o inventário das suas emissões de gases de efeito estufa (GEE), ou seja, calcular quanto de gás carbônico e outras gases que causam o efeito estufa são emitidos para atmosfera por causa desta atividade".
"Após isso deve ser feita compensação pelo plantio de árvores nativas, em projetos de arborização urbana ou reflorestamento de mananciais de interesse da cidade", concluiu o presidente da Iniciativa Verde.
Segundo Roberto, “além de ajudar a captar recursos para financiar o plantio de árvores, esta lei deve ajudar na conscientização do público dos eventos, dos organizadores e da população em geral quanto à questão das mudanças climáticas, da proteção dos mananciais e da conservação ambiental”.
Redução das emissões
Um dos grandes méritos da lei, de acordo com seus proponentes, é fazer com que todo o processo para o seu cumprimento ajude a induzir uma redução das emissões com processos mais limpos sem que isso cause grandes impactos financeiros ao setor de eventos e as empresas patrocinadoras.
O projeto de lei tomou como base uma Portaria da Prefeitura de São Paulo já existente desde 2007, que traz esta obrigação para os eventos realizados no Ibirapuera e outros parques municipais. A proposta visa reforçar e estender para outros eventos de grande porte, como corridas e desfiles esta obrigação.
Leia a íntegra da proposta inicialmente apresentada, no site da Iniciativa Verde.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2014/projeto-de-lei-quer-obrigar-grandes-eventos-a?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook